Cursos saturados = conhecimento guardado
Ola Galera!!!!
Mais uma semana de muito trabalho e esforço para lhe propor um conhecimento sobre cursos saturados...E para isso tivemos o depoimentos de profissionais:
Fernando Braga
Eles são sempre os mais procurados pelos vestibulandos. Medicina, direito e odontologia causam suspiros em muitos candidatos. Atraídos muitas vezes pela idéia de que essas tradicionais carreiras dão dinheiro, muitos estudantes passam anos em cursinhos preparatórios na esperança de alcançar a sonhada vaga numa faculdade ou universidade. É quando vocação e perspectiva salarial se confundem. Depois de concluírem o curso, acabam se deparando com um mercado saturado e com poucas chances de inserção.
Especialistas de diversos ramos deixam claro, no entanto, que profissionais competentes sempre encontram seu lugar no mercado de trabalho. Porém, isso não é garantia de moleza. Há gente demais em busca de poucas vagas e a situação fica mais acirrada a cada ano com a chegada dos egressos formados pelas Instituições de Ensino Superior (IES) espalhadas por todo o país. Na maioria dos casos as vagas de trabalho existem, mas estão longe do centro das cidades e com remunerações abaixo do esperado.
Inchaço
A odontologia é um caso típico de como determinadas áreas do mercado se encontram saturadas. O presidente do Conselho Regional de Odontologia, (CRO) Sérgio Valor Barbosa, alerta que enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda um profissional para cada 1.500 habitantes, somente no Plano Piloto existem seis vezes mais: um dentista para cada 236 moradores. Quando avaliado todo o Distrito Federal a situação é igualmente acirrada: um para cada 500 habitantes, o triplo do recomendado. "O estudante passa anos se preparando - e gastando dinheiro, pois odonto é um curso caro - e quando sai da universidade se depara com um mercado extremamente complicado. O êxodo entre os profissionais chega a quase 10%", calcula.
Segundo Barbosa, no Brasil existem 210 mil odontólogos, em Brasília o número chega a 12 mil. "A solução para diminuir esse problema seria as faculdades e universidades realizarem seus vestibulares de dois em dois anos. Assim, daqui a alguns anos, o mercado encontraria o seu equilíbrio ideal", opina.
Para o estudante de odontologia, Luiz Henrique Paiva, de 21 anos, o mercado saturado preocupa, mas os melhores profissionais sempre são recompensados. "Tenho boas perspectivas. O bom dentista sempre tem seu lugar", conta Paiva. O futuro odontólogo diz que pretende se especializar na área cirúrgica e, mesmo com a fartura de profissionais atuando no centro de Brasília, não pretende recorrer às vagas existentes no interior do país. "Sei que no início é difícil, mas depois de algum tempo e realizando um bom trabalho os clientes virão".
Eles são sempre os mais procurados pelos vestibulandos. Medicina, direito e odontologia causam suspiros em muitos candidatos. Atraídos muitas vezes pela idéia de que essas tradicionais carreiras dão dinheiro, muitos estudantes passam anos em cursinhos preparatórios na esperança de alcançar a sonhada vaga numa faculdade ou universidade. É quando vocação e perspectiva salarial se confundem. Depois de concluírem o curso, acabam se deparando com um mercado saturado e com poucas chances de inserção.
Especialistas de diversos ramos deixam claro, no entanto, que profissionais competentes sempre encontram seu lugar no mercado de trabalho. Porém, isso não é garantia de moleza. Há gente demais em busca de poucas vagas e a situação fica mais acirrada a cada ano com a chegada dos egressos formados pelas Instituições de Ensino Superior (IES) espalhadas por todo o país. Na maioria dos casos as vagas de trabalho existem, mas estão longe do centro das cidades e com remunerações abaixo do esperado.
Inchaço
A odontologia é um caso típico de como determinadas áreas do mercado se encontram saturadas. O presidente do Conselho Regional de Odontologia, (CRO) Sérgio Valor Barbosa, alerta que enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda um profissional para cada 1.500 habitantes, somente no Plano Piloto existem seis vezes mais: um dentista para cada 236 moradores. Quando avaliado todo o Distrito Federal a situação é igualmente acirrada: um para cada 500 habitantes, o triplo do recomendado. "O estudante passa anos se preparando - e gastando dinheiro, pois odonto é um curso caro - e quando sai da universidade se depara com um mercado extremamente complicado. O êxodo entre os profissionais chega a quase 10%", calcula.
Segundo Barbosa, no Brasil existem 210 mil odontólogos, em Brasília o número chega a 12 mil. "A solução para diminuir esse problema seria as faculdades e universidades realizarem seus vestibulares de dois em dois anos. Assim, daqui a alguns anos, o mercado encontraria o seu equilíbrio ideal", opina.
Para o estudante de odontologia, Luiz Henrique Paiva, de 21 anos, o mercado saturado preocupa, mas os melhores profissionais sempre são recompensados. "Tenho boas perspectivas. O bom dentista sempre tem seu lugar", conta Paiva. O futuro odontólogo diz que pretende se especializar na área cirúrgica e, mesmo com a fartura de profissionais atuando no centro de Brasília, não pretende recorrer às vagas existentes no interior do país. "Sei que no início é difícil, mas depois de algum tempo e realizando um bom trabalho os clientes virão".
Concursos
Situação parecida vive a carreira de direito. Procurado principalmente pelo fato de a capital realizar inúmeros concursos públicos que exigem disciplinas referentes da área, o curso é um dos mais visados pelos estudantes brasilienses. Formada há seis meses, Raquel Lopes, de 23 anos, conta do sentimento de sua turma com relação às perspectivas de trabalho. "Cerca de 90% da sala estava fazendo o curso por causa das oportunidades em concursos", lembra. Estagiária de um escritório de advocacia antes de se formar, ela se viu obrigada a largar o serviço por não ter conseguido passar no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). "Para o estudante sair da faculdade empregado tem que estar estagiando em algum escritório ou ter um contato forte", diz. Atualmente, Raquel estuda para concursos e vislumbra a possibilidade de fazer outro curso: ciências contábeis.
Segundo Bartolomeu Rodrigues, da OAB-DF, existem aproximadamente 17 faculdades de direito no DF. Há 10 anos existiam apenas três. "Não há como saber quantos profissionais são formados a cada ano, porque nem todos conseguem passar no exame da Ordem", pondera. No entanto, Rodrigues lembra que o número de aprovados na prova da OAB tem aumentado nos últimos anos. Em 2004, foram aprovados 1.199 candidatos. No ano seguinte, 1.625. Neste ano, estima-se que 2 mil advogados conseguirão tirar a carteira da Ordem. "A OAB-DF já não dispõe de espaço físico para aplicar os exames. Hoje temos que alugar salas de colégios para conseguir acomodar todos os candidato.
Segundo Bartolomeu Rodrigues, da OAB-DF, existem aproximadamente 17 faculdades de direito no DF. Há 10 anos existiam apenas três. "Não há como saber quantos profissionais são formados a cada ano, porque nem todos conseguem passar no exame da Ordem", pondera. No entanto, Rodrigues lembra que o número de aprovados na prova da OAB tem aumentado nos últimos anos. Em 2004, foram aprovados 1.199 candidatos. No ano seguinte, 1.625. Neste ano, estima-se que 2 mil advogados conseguirão tirar a carteira da Ordem. "A OAB-DF já não dispõe de espaço físico para aplicar os exames. Hoje temos que alugar salas de colégios para conseguir acomodar todos os candidato.
SENAI lança: Quanto vale um conhecimento guardado?
Quanto vale um conhecimento guardado? Com essa pergunta o SENAI abre sua campanha institucional em 2010, que propõe ao público uma nova visão no que se refere à escolha de um curso e consequentemente de uma profissão. A partir de pesquisas realizadas e levando em conta a experiência de mais de 5 anos com o cliente, o planejamento da Mercado percebeu que, enquanto outras instituições preparam o aluno apenas para o vestibular ou para profissões já saturadas, o SENAI oferece somente cursos que têm colocação no mercado de trabalho, o que justifica seu alto índice de empregabilidade. "Destacamos a verdade, que é própria do SENAI, que nessa instituição só são criadas vagas que o mercado realmente precisa. Quer dizer, a demanda de cursos depende diretamente da necessidade da sociedade, e não apenas da busca por mais inscrições", afirma Bruno Boesche, diretor de criação da Mercado.
Sob o conceito guarda-chuva "Conhecimento a mais", iniciado em 2009, a estratégia engloba TV, rádio, encarte para jornal, editoriais de revista, ações em escolas de todo o estado, eventos, além da estratégia de web, que inclui um hotsite com informações do mercado de trabalho e envolvimento em redes sociais. Tudo isso em âmbito estadual, mas levando em conta o fator local: "Neste ano procuramos criar estratégias individuais de divulgação levando em consideração cada uma das 33 cidades onde há unidades do SENAI; isto é, procuramos identificar os jornais, sites, blogs, eventos que envolvem cada comunidade para nos aproximarmos mais efetivamente do nosso público", destaca Pedro Cherem, diretor de atendimento. A estratégia institucional desenvolve-se durante todo o ano, em paralelo com as campanhas de cursos oferecidos pelo SENAI: Qualificação Profissional, Aprendizagem Industrial, Ensino Médio, Cursos Técnicos, Cursos Superiores e Pós-graduação.
Sob o conceito guarda-chuva "Conhecimento a mais", iniciado em 2009, a estratégia engloba TV, rádio, encarte para jornal, editoriais de revista, ações em escolas de todo o estado, eventos, além da estratégia de web, que inclui um hotsite com informações do mercado de trabalho e envolvimento em redes sociais. Tudo isso em âmbito estadual, mas levando em conta o fator local: "Neste ano procuramos criar estratégias individuais de divulgação levando em consideração cada uma das 33 cidades onde há unidades do SENAI; isto é, procuramos identificar os jornais, sites, blogs, eventos que envolvem cada comunidade para nos aproximarmos mais efetivamente do nosso público", destaca Pedro Cherem, diretor de atendimento. A estratégia institucional desenvolve-se durante todo o ano, em paralelo com as campanhas de cursos oferecidos pelo SENAI: Qualificação Profissional, Aprendizagem Industrial, Ensino Médio, Cursos Técnicos, Cursos Superiores e Pós-graduação.
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