Industrias. Vagas de emprego sobrando.
Ola galera...Mais uma semana de trabalho e que neste tema nos propoem falar sobre:"Indústrias tem vagas sobrando, mas faltam profissionais qualificados"
As indústrias calçadistas prometem ampliar a produção e reforçar ainda mais o quadro de funcionários. Em pelo menos dez empresas visitadas pelo GCN Comunicação durante a 42ª Francal, 400 novas vagas de trabalho estão ou serão abertas nas próximas semanas. A notícia, que deveria ser motivo de comemoração, traz embutida uma preocupação: sobram vagas, mas faltam profissionais qualificados para preenchê-las.
desde meados do primeiro semestre, mas a empresa ainda não conseguiu encontrar trabalhadores para ocupá-las. A saída foi ampliar o turno no intuito de atender todos os pedidos fechados.
A empresa, que ficou com o estande abarrotado de clientes ontem, encontra dificuldades para achar bordadeiras e pespontadeiras especializadas em calçados femininos. Segundo a estilista da fábrica, Mariah Blois Diniz, a venda tem agradado e, ao mesmo tempo, deixado a diretoria inquieta em relação ao futuro. A mão de obra para o calçado feminino precisa ser diferenciada, pois é uma produção muito detalhista. Há falta de bordadeiras em Franca , disse, sem revelar números.
Na Calvest, o cenário é semelhante. Sem conseguir contratar, o jeito encontrado foi ampliar a jornada de trabalho dos que já estão registrados e selecionar melhor os pedidos a serem atendidos. Clientes inadimplentes ou que dificultam a negociação estão sendo colocados em segundo plano. Não temos condições de atender todo mundo. Estamos no limite, disse José Luis Granero, diretor comercial. A empresa produz 5,5 mil pares/dia e possui 530 funcionários. Só no primeiro semestre deste ano, 180 novos foram contratados. Na Francal, a expectativa é fechar dois meses de produção.
Ciente da falta de formação da mão de obra disponível na cidade, a Mariner, que espera até o fim do ano aumentar ainda mais a sua atual produção de oito mil pares/dia, montou uma equipe interna para treinar os novos contratados que, apenas no primeiro semestre, somaram 300 pessoas. Para o diretor Paulo Coelho, a sazonalidade da indústria calçadista fez os trabalhadores sumirem em direção a outros setores da economia. A solução, segundo o empresário, é empregar os jovens sem experiência que buscam uma colocação no mercado de trabalho e treiná-los na própria fábrica. Esta é uma saída facilitadora. Com a ajuda do SENAI, é possível encontrar um caminho para não estacionar o crescimento da empresa. Até o fim do ano, 200 novos postos devem ser preenchidos.
A mesma estratégia será utilizada pela Francajel e pela Pipper. Ambas estão com planos de expansão principalmente para o último trimestre do ano, quando a produção atinge o ápice. Na Francajel, a expectativa é abrir até o final do ano 60 vagas para diversas áreas de produção. Nossa aposta é o jovem. Mesmo sem experiência, ele chega à fábrica com vontade de aprender, empolgado e com ideias para melhorias. Vale a pena treiná-lo, disse Túlio Hajel, diretor da Francajel. A empresa produz 2,8 mil pares/dia de calçados femininos e masculinos. Na Francal, a expectativa é garantir um crescimento de 15% na produção.
A Calçados Pipper também deve crescer. A previsão é contratar 80 funcionários para atuar no chão da fábrica, que deve fechar 2010 com uma produção de 2,8 mil pares/dia. Hoje ela produz dois mil pares/dia. A nossa maior dificuldade está na contratação de pessoas para fazer o pesponto. Mesmo contratando jovens é preciso tempo para treiná-los, mas não temos alternativas, disse Tiago Carrera, diretor de compras.
Para conquistar novos funcionários, quem não tem como arcar com os custos de um treinamento, investe em benefícios. É o caso da Abruzzo. A empresa conta com 25 funcionários e espera contratar mais cinco. Criamos um setor de assistência ao funcionário para que ele possa se sentir acolhido e queiro trabalhar conosco, disse Antônio Gonçalves, diretor.
desde meados do primeiro semestre, mas a empresa ainda não conseguiu encontrar trabalhadores para ocupá-las. A saída foi ampliar o turno no intuito de atender todos os pedidos fechados.
A empresa, que ficou com o estande abarrotado de clientes ontem, encontra dificuldades para achar bordadeiras e pespontadeiras especializadas em calçados femininos. Segundo a estilista da fábrica, Mariah Blois Diniz, a venda tem agradado e, ao mesmo tempo, deixado a diretoria inquieta em relação ao futuro. A mão de obra para o calçado feminino precisa ser diferenciada, pois é uma produção muito detalhista. Há falta de bordadeiras em Franca , disse, sem revelar números.
Na Calvest, o cenário é semelhante. Sem conseguir contratar, o jeito encontrado foi ampliar a jornada de trabalho dos que já estão registrados e selecionar melhor os pedidos a serem atendidos. Clientes inadimplentes ou que dificultam a negociação estão sendo colocados em segundo plano. Não temos condições de atender todo mundo. Estamos no limite, disse José Luis Granero, diretor comercial. A empresa produz 5,5 mil pares/dia e possui 530 funcionários. Só no primeiro semestre deste ano, 180 novos foram contratados. Na Francal, a expectativa é fechar dois meses de produção.
Ciente da falta de formação da mão de obra disponível na cidade, a Mariner, que espera até o fim do ano aumentar ainda mais a sua atual produção de oito mil pares/dia, montou uma equipe interna para treinar os novos contratados que, apenas no primeiro semestre, somaram 300 pessoas. Para o diretor Paulo Coelho, a sazonalidade da indústria calçadista fez os trabalhadores sumirem em direção a outros setores da economia. A solução, segundo o empresário, é empregar os jovens sem experiência que buscam uma colocação no mercado de trabalho e treiná-los na própria fábrica. Esta é uma saída facilitadora. Com a ajuda do SENAI, é possível encontrar um caminho para não estacionar o crescimento da empresa. Até o fim do ano, 200 novos postos devem ser preenchidos.
A mesma estratégia será utilizada pela Francajel e pela Pipper. Ambas estão com planos de expansão principalmente para o último trimestre do ano, quando a produção atinge o ápice. Na Francajel, a expectativa é abrir até o final do ano 60 vagas para diversas áreas de produção. Nossa aposta é o jovem. Mesmo sem experiência, ele chega à fábrica com vontade de aprender, empolgado e com ideias para melhorias. Vale a pena treiná-lo, disse Túlio Hajel, diretor da Francajel. A empresa produz 2,8 mil pares/dia de calçados femininos e masculinos. Na Francal, a expectativa é garantir um crescimento de 15% na produção.
A Calçados Pipper também deve crescer. A previsão é contratar 80 funcionários para atuar no chão da fábrica, que deve fechar 2010 com uma produção de 2,8 mil pares/dia. Hoje ela produz dois mil pares/dia. A nossa maior dificuldade está na contratação de pessoas para fazer o pesponto. Mesmo contratando jovens é preciso tempo para treiná-los, mas não temos alternativas, disse Tiago Carrera, diretor de compras.
Para conquistar novos funcionários, quem não tem como arcar com os custos de um treinamento, investe em benefícios. É o caso da Abruzzo. A empresa conta com 25 funcionários e espera contratar mais cinco. Criamos um setor de assistência ao funcionário para que ele possa se sentir acolhido e queiro trabalhar conosco, disse Antônio Gonçalves, diretor.
Números
No primeiro semestre do ano, números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho apontaram a criação de 11.950 postos com carteira de trabalho registrada em Franca. O saldo colocou a cidade na 11ª posição do País em números absolutos de criação de empregos formais.
Indústrias de petróleo pagam melhor.
Indústrias de petróleo pagam melhor.
Industrias de Pretróleo pagam melhor?

Governo estadual aponta vencimentos até 285% acima dos praticados pela indústria de transformação.
Atividade com maior ritmo produtivo da indústria fluminense, a exploração e produção de petróleo também tem registrado níveis salariais bem acima dos pagos pela indústria de transformação para cargos operacionais. A especialização para atuar em alto-mar, com equipamentos específicos, abre perspectivas para salários pelo menos 30% superiores aos demais gêneros da indústria. Por conta do adicional de insalubridade e periculosidade (condições especiais de trabalho), a diferença nos salários pode chegar a 80%, de acordo com o mercado.
Já a Secretaria estadual de Trabalho mostra um fosso ainda maior entre as duas atividades: 285%. Estudo coordenado pelo Governo aponta média salarial de R$ 1.278,70 para a indústria extrativa mineral (como também é conhecida a produção petrolífera), contra R$ 453,14 da indústria de transformação.
'O nível de especialização exigido do profissional para a atividade petrolífera é o que torna a média salarial bem acima da paga aos demais setores industriais. Um operador de plataforma ganha até R$ 4 mil mensais, o que significa de 30% a 80% mais do que um operador de uma planta petroquímica', exemplifica Eduardo Rappel, diretor geral da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip).
O executivo destaca os salários pagos aos profissionais de nível técnico. 'Um controlador de robôs submarinos, que tem apenas o segundo grau, recebe salário inicial acima de R$ 2 mil'.
Os dados da Secretaria estadual de Trabalho refletem a tendência de concentração de salários acima da média. Dos trabalhadores admitidos para o setor de petróleo, 27,92% ganham entre 10 e 15 salários mínimos. Na indústria de transformação, apenas 1,83% dos empregados estão nessa faixa salarial. Na construção civil, o índice é de 1,24%. No comércio, é de 0,78%, enquanto no setor de serviços 2,86%, ganham entre 10 e 15 salários mínimos por mês.
Já a Secretaria estadual de Trabalho mostra um fosso ainda maior entre as duas atividades: 285%. Estudo coordenado pelo Governo aponta média salarial de R$ 1.278,70 para a indústria extrativa mineral (como também é conhecida a produção petrolífera), contra R$ 453,14 da indústria de transformação.
'O nível de especialização exigido do profissional para a atividade petrolífera é o que torna a média salarial bem acima da paga aos demais setores industriais. Um operador de plataforma ganha até R$ 4 mil mensais, o que significa de 30% a 80% mais do que um operador de uma planta petroquímica', exemplifica Eduardo Rappel, diretor geral da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip).
O executivo destaca os salários pagos aos profissionais de nível técnico. 'Um controlador de robôs submarinos, que tem apenas o segundo grau, recebe salário inicial acima de R$ 2 mil'.
Os dados da Secretaria estadual de Trabalho refletem a tendência de concentração de salários acima da média. Dos trabalhadores admitidos para o setor de petróleo, 27,92% ganham entre 10 e 15 salários mínimos. Na indústria de transformação, apenas 1,83% dos empregados estão nessa faixa salarial. Na construção civil, o índice é de 1,24%. No comércio, é de 0,78%, enquanto no setor de serviços 2,86%, ganham entre 10 e 15 salários mínimos por mês.
Industrias Existentes
Indústria de produtos não duráveis - É aquela que produz produtos perecíveis
• Cosméticos
• Químicos/Farmoquímica
• Calçados
• Vestuários
• Farmacêutica
• Agrícola
• Mecânica
• Autopeças
• Automobilístico
• Têxtil
• Confecções/moda
• Elétrica e eletrônica
• Petrolífera
• Alimento/Bebida
• Café
• Hotel
• Cana de açúcar
• Produtos veterinários
• Saneantes e domissanitários
• Metalúrgica e siderúrgica
• Borrachas e plásticos
• Mobiliaria
• Hidrogênio
• Ferroviária
• Químicos/Farmoquímica
• Calçados
• Vestuários
• Farmacêutica
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• Autopeças
• Automobilístico
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• Confecções/moda
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• Café
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• Mobiliaria
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