terça-feira, 27 de julho de 2010

Tema 08 - Desfio do Conhecimento

Ola pessoal, essa é a ultima semana que pena!
Mas vamos la...




A importância do primeiro emprego



Desemprego!!!
Acabou um ciclo na minha vida: licenciei-me! Agora caio no desemprego, ou no primeiro emprego que é o desemprego, e surge a questão: o primeiro emprego é muito importante? Já ouvi opiniões distintas sobre este assunto.
Há quem afirme que o primeiro emprego é muito importante porque se torna na base dos contactos da vida profissional que começa. Esta óptica tem toda a lógica visto que se alguém começar por trabalhar numa determinada área, os seus contactos, até mesmo para uma mudança de emprego no futuro, vão-se basear nessa experiência e, por consequência, mais fácilmente se consegue um outro cargo dentro da mesma área. Mas calma! Não é nada de obrigatório, pode é ser uma questão de facilidade.
Por outro lado há quem sugira que o primeiro emprego é simplesmente um primeiro emprego, um começo e como tal não terá um ponderação demasiado marcada nas escolhas futuras. Este ponto de vista ganha relevância especial no contexto económico que vivemos, pois é cada vez mais difícil encontrar um emprego e principalmente um emprego “para a vida”. Além disso, hoje em dia, ceteris paribus, as pessoas têm mais formação o que permite uma maior adaptabilidade a novas situações, a novos cargos e as empresas têm uma política de empregabilidade mais volátil, isto é, rodam cada vez mais os colaboradores.
Depois de ouvir diferentes prespectivas gosto de tentar encontrar um meio termo e neste caso esse meio termo passa por ter noção de que o primeiro emprego é importante a nível de contactos mas não é decisivo, até porque nos dias que correm é necessário que uma pessoa esteja preparada para novos desafios e, acima de tudo, que os queira agarrar!


Qual a importância do estagio para o primeiro emprego?

O estágio é o momento do jovem entrar em cena e pôr em prática tudo que vinha ensaiando fora dos palcos há algum tempo”. Esta metáfora utilizada pela psicóloga do Instituto Brasileiro Pró-Educação e Trabalho (Isbet), Sônia Teixeira, talvez seja a explicação que defina de forma mais clara o papel do estágio na vida do estudante. Isso mesmo, o estágio é a estréia do jovem em sua vida profissional. Apesar de todo o conhecimento técnico que aprende na instituição de ensino, o estágio sempre acaba por ensinar aos jovens muito mais do que a própria escola. “Não há assimilação de conhecimento sem prática. É como querer aprender a dirigir por curso de correspondência, ou seja, impossível”, declara o universitário de Publicidade e Propaganda da UFF e estagiário da Companhia Vale do Rio Doce, Raphael Santos. Complementando a declaração de Raphael, o gerente executivo de RH e Treinamento da Andima, José Luiz Beheregaray da S. Lopes, destaca o estágio como uma experiência única na vida do jovem. “Acredito que a fase de estagiário, principalmente para o quem nunca trabalhou, é uma experiência fundamental. Esse período, quando bem conduzido pela empresa, faz com que o estagiário tenha chance de aprender, na prática, sobre assuntos que antes ele só conhecia através de livros como, por exemplo, atividades e suas etapas, processo de comunicação e mobilidade da estrutura organizacionais, conceitos éticos, etc”, explica. O estágio é uma forma da empresa se manter atualizada Vai longe o tempo no qual o estagiário, por ser sinônimo de mão-de-obra barata, acabava se transformando em um funcionário “faz-tudo”, sem ao menos ter uma função definida nas empresas. Atualmente, este tipo de programa ganhou destaque no mercado de trabalho. “O estágio precisa ser levado a sério. O bolsista precisa ser encarado como um aprendiz, que está ali para se desenvolver e crescer profissionalmente e não para a realização de tarefas operacionais quaisquer”, explica o gerente de RH do Grupo Voith, Ênio Sanches. Segundo a estudante de Engenharia Civil da UFF e estagiária da Gafisa, Fernanda Correia, nos últimos anos, as companhias se deram conta que o estágio é um ótima forma de captar talentos atualizados com as tendências do mercado de trabalho e de, ao mesmo tempo, moldá-los ao perfil da empresa, sem que estes jovens tragam “cacuetes” de antigos empregos. Não só para o jovem, os programas de estágio também têm papel fundamental para as empresas. “Além da questão institucional, a seleção de estagiários reflete de forma positiva na imagem da companhia”, comenta o analista de RH da Petroflex, Élcio Rezende. Já o gerente de RH da Colortel, Júlio Consentino, destaca o lado econômico do estágio. “O estagiário é um profissional que pode ser treinado a um custo relativamente menor e, quando esse se forma, já conhece bem a metodologia da empresa. Logo, poderá concorrer com vantagens em relação a profissionais que não passaram por este processo”. O analista de RH, Ênio Sanches, afirma ainda que vê no estágio uma oportunidade de oxigenizar as estruturas organizacionais da empresa. “É interessante mesclar a experiência dos cabelos brancos dos colaboradores mais antigos, com a juventude e até a rebeldia dos mais novos. Este é uma maneira de permitir que a empresa sempre reflita sobre seus processos e possa inovar a cada ciclo”, comenta. Efetivação de estagiários pode chegar a taxa de 100% Tem crescido cada vez mais as taxas de efetivação dos estagiários ao final de seus contratos, chegando a estimativa de quase 100% de aproveitamento dos bolsistas, como acontece em empresas como a Souza Cruz e o Grupo Voith. Em alguns casos, antes de serem efetivados, os estudantes são promovidos ao posto de trainee, afim de que a empresa possa dar continuidade ao seu processo de desenvolvimento e aprendizado profissional do jovem, para que este possa ocupar, no futuro, uma posição de destaque na companhia. De acordo com a gerente de RH, Viviane Camerlingo, a Souza Cruz tem como um de seu objetivos possibilitar o encarreiramento do jovem na companhia. “O estagiário é visto pela nossa empresa como um potencial para efetivação como analistas, cargos técnicos ou para nosso programa de trainee, quando estes se formarem. Portanto, desde o momento do processo de seleção, os candidatos são avaliados dentro do perfil de suas competências corporativas”, explica. Apesar das empresas buscarem adequar ao máximo os estudantes ao seu perfil, nem sempre os estagiários são efetivados, fato este que pode estar relacionado ao baixo rendimento do bolsista ou a falta de oportunidade na empresa. “Eu acredito que o mais importante para quem está chegando no mercado de trabalho não é só a questão de efetivação. O estágio é o primeiro passo da vida profissional do jovem, então, mesmo que eles não sejam aproveitados aqui, estarão sendo bem capacitados para o mercado”, reintera Élcio Rezende, da Petroflex. Estudantes têm chance de mudar sua área de atuação Um fato curioso, porém não incomum nos estágios, é que muitos estudantes ao entrarem em contato direto com a área para a qual estão se especializando, descobrem estar na carreira errada. A vantagem é que os jovens têm a chance de, ainda cedo, procurar um novo segmento do mercado com o qual se identifiquem melhor. “A Voith Siemens Hydro acredita que o estágio, além de possibilitar aos estudantes unir teoria e prática, também permite uma avaliação sobre a área de interesse escolhida, para ele ver se realmente possui inclinação e sente prazer em atuar na área que está. Quanto antes os jovens começarem a estagiar, mais cedo conseguirão formar suas concepções e escolher quais as melhores alternativas para suas carreiras”, complementa Ênio Sanches, do Grupo Voith. Ainda que na carreira equivocada, o jovem terá conseguido tirar vantagens do período em que atuou. “O estágio representa uma oportunidade do estudante se desenvolver e se preparar para encarar o mercado de trabalho em geral. Quando a empresa tem um programa bem estruturado, é possível gerar oportunidades não somente em sua área de formação, mas também adquirirem mais responsabilidades, conhecendo a verdadeira dinâmica de uma empresa: as inter-relações entre os diversos departamentos, os seus processos de trabalho e a valorização do trabalho em equipe”, conclui o analista de RH da Petroflex, Élcio Rezende.



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EM VIDEO. O MTE ESTÁ EQUIVOCADO QUANTO A COTA DO MENOR APRENDIZ.

O art. 429 da CLT não deixa claro quais empresas são obrigadas a contratar menor aprendiz para os seus quadros e qual a quantidade em proporção ao número de empregados. No vídeo comentamos sobre isso e opinamos a respeito.
CLT – . Os estabelecimentos de qualquer natureza são obrigados a empregar e matricular nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem número de aprendizes equivalente a cinco por cento, no mínimo, e quinze por cento, no máximo, dos trabalhadores existentes em cada estabelecimento, cujas funções demandem formação profissional. (Alterado pela L-010.097-2000)
1º As frações de unidade, no cálculo da percentagem ele que trata o caput, darão lugar à admissão de um aprendiz. (renumerado e redação dada pela L-010.097-2000)
COMENTÁRIO NOSSO: O parágrafo acima, não diz que menos de 1 será 1, ele remete ao caput do artigo, ou seja, feita a conta do caput se essa conta ficar incerta, quebrada, 1.5 aprendiz, arredonda-se para 2. Primeiro tem que fazer o cálculo do percentual.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Tema 06- Desafio do Conhecimento

Cursos saturados = conhecimento guardado

Ola Galera!!!!
Mais uma semana de muito trabalho e esforço para lhe propor um conhecimento sobre cursos saturados...E para isso tivemos o depoimentos de profissionais:


Fernando Braga
Eles são sempre os mais procurados pelos vestibulandos. Medicina, direito e odontologia causam suspiros em muitos candidatos. Atraídos muitas vezes pela idéia de que essas tradicionais carreiras dão dinheiro, muitos estudantes passam anos em cursinhos preparatórios na esperança de alcançar a sonhada vaga numa faculdade ou universidade. É quando vocação e perspectiva salarial se confundem. Depois de concluírem o curso, acabam se deparando com um mercado saturado e com poucas chances de inserção.

Especialistas de diversos ramos deixam claro, no entanto, que profissionais competentes sempre encontram seu lugar no mercado de trabalho. Porém, isso não é garantia de moleza. Há gente demais em busca de poucas vagas e a situação fica mais acirrada a cada ano com a chegada dos egressos formados pelas Instituições de Ensino Superior (IES) espalhadas por todo o país. Na maioria dos casos as vagas de trabalho existem, mas estão longe do centro das cidades e com remunerações abaixo do esperado.

Inchaço
A odontologia é um caso típico de como determinadas áreas do mercado se encontram saturadas. O presidente do Conselho Regional de Odontologia, (CRO) Sérgio Valor Barbosa, alerta que enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda um profissional para cada 1.500 habitantes, somente no Plano Piloto existem seis vezes mais: um dentista para cada 236 moradores. Quando avaliado todo o Distrito Federal a situação é igualmente acirrada: um para cada 500 habitantes, o triplo do recomendado. "O estudante passa anos se preparando - e gastando dinheiro, pois odonto é um curso caro - e quando sai da universidade se depara com um mercado extremamente complicado. O êxodo entre os profissionais chega a quase 10%", calcula.

Segundo Barbosa, no Brasil existem 210 mil odontólogos, em Brasília o número chega a 12 mil. "A solução para diminuir esse problema seria as faculdades e universidades realizarem seus vestibulares de dois em dois anos. Assim, daqui a alguns anos, o mercado encontraria o seu equilíbrio ideal", opina.

Para o estudante de odontologia, Luiz Henrique Paiva, de 21 anos, o mercado saturado preocupa, mas os melhores profissionais sempre são recompensados. "Tenho boas perspectivas. O bom dentista sempre tem seu lugar", conta Paiva. O futuro odontólogo diz que pretende se especializar na área cirúrgica e, mesmo com a fartura de profissionais atuando no centro de Brasília, não pretende recorrer às vagas existentes no interior do país. "Sei que no início é difícil, mas depois de algum tempo e realizando um bom trabalho os clientes virão".


Concursos


Situação parecida vive a carreira de direito. Procurado principalmente pelo fato de a capital realizar inúmeros concursos públicos que exigem disciplinas referentes da área, o curso é um dos mais visados pelos estudantes brasilienses. Formada há seis meses, Raquel Lopes, de 23 anos, conta do sentimento de sua turma com relação às perspectivas de trabalho. "Cerca de 90% da sala estava fazendo o curso por causa das oportunidades em concursos", lembra. Estagiária de um escritório de advocacia antes de se formar, ela se viu obrigada a largar o serviço por não ter conseguido passar no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). "Para o estudante sair da faculdade empregado tem que estar estagiando em algum escritório ou ter um contato forte", diz. Atualmente, Raquel estuda para concursos e vislumbra a possibilidade de fazer outro curso: ciências contábeis.

Segundo Bartolomeu Rodrigues, da OAB-DF, existem aproximadamente 17 faculdades de direito no DF. Há 10 anos existiam apenas três. "Não há como saber quantos profissionais são formados a cada ano, porque nem todos conseguem passar no exame da Ordem", pondera. No entanto, Rodrigues lembra que o número de aprovados na prova da OAB tem aumentado nos últimos anos. Em 2004, foram aprovados 1.199 candidatos. No ano seguinte, 1.625. Neste ano, estima-se que 2 mil advogados conseguirão tirar a carteira da Ordem. "A OAB-DF já não dispõe de espaço físico para aplicar os exames. Hoje temos que alugar salas de colégios para conseguir acomodar todos os candidato.


SENAI lança: Quanto vale um conhecimento guardado?


Quanto vale um conhecimento guardado? Com essa pergunta o SENAI abre sua campanha institucional em 2010, que propõe ao público uma nova visão no que se refere à escolha de um curso e consequentemente de uma profissão. A partir de pesquisas realizadas e levando em conta a experiência de mais de 5 anos com o cliente, o planejamento da Mercado percebeu que, enquanto outras instituições preparam o aluno apenas para o vestibular ou para profissões já saturadas, o SENAI oferece somente cursos que têm colocação no mercado de trabalho, o que justifica seu alto índice de empregabilidade. "Destacamos a verdade, que é própria do SENAI, que nessa instituição só são criadas vagas que o mercado realmente precisa. Quer dizer, a demanda de cursos depende diretamente da necessidade da sociedade, e não apenas da busca por mais inscrições", afirma Bruno Boesche, diretor de criação da Mercado.
Sob o conceito guarda-chuva "Conhecimento a mais", iniciado em 2009, a estratégia engloba TV, rádio, encarte para jornal, editoriais de revista, ações em escolas de todo o estado, eventos, além da estratégia de web, que inclui um hotsite com informações do mercado de trabalho e envolvimento em redes sociais. Tudo isso em âmbito estadual, mas levando em conta o fator local: "Neste ano procuramos criar estratégias individuais de divulgação levando em consideração cada uma das 33 cidades onde há unidades do SENAI; isto é, procuramos identificar os jornais, sites, blogs, eventos que envolvem cada comunidade para nos aproximarmos mais efetivamente do nosso público", destaca Pedro Cherem, diretor de atendimento. A estratégia institucional desenvolve-se durante todo o ano, em paralelo com as campanhas de cursos oferecidos pelo SENAI: Qualificação Profissional, Aprendizagem Industrial, Ensino Médio, Cursos Técnicos, Cursos Superiores e Pós-graduação.






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Grafico







sexta-feira, 23 de julho de 2010

Tema 05 - Desafio do Conhecimento

Industrias. Vagas de emprego sobrando.

Ola galera...Mais uma semana de trabalho e que neste tema nos propoem falar sobre:


"Indústrias tem vagas sobrando, mas faltam profissionais qualificados"

As indústrias calçadistas prometem ampliar a produção e reforçar ainda mais o quadro de funcionários. Em pelo menos dez empresas visitadas pelo GCN Comunicação durante a 42ª Francal, 400 novas vagas de trabalho estão ou serão abertas nas próximas semanas. A notícia, que deveria ser motivo de comemoração, traz embutida uma preocupação: sobram vagas, mas faltam profissionais qualificados para preenchê-las.
desde meados do primeiro semestre, mas a empresa ainda não conseguiu encontrar trabalhadores para ocupá-las. A saída foi ampliar o turno no intuito de atender todos os pedidos fechados.
A empresa, que ficou com o estande abarrotado de clientes ontem, encontra dificuldades para achar bordadeiras e pespontadeiras especializadas em calçados femininos. Segundo a estilista da fábrica, Mariah Blois Diniz, a venda tem agradado e, ao mesmo tempo, deixado a diretoria inquieta em relação ao futuro. A mão de obra para o calçado feminino precisa ser diferenciada, pois é uma produção muito detalhista. Há falta de bordadeiras em Franca , disse, sem revelar números.
Na Calvest, o cenário é semelhante. Sem conseguir contratar, o jeito encontrado foi ampliar a jornada de trabalho dos que já estão registrados e selecionar melhor os pedidos a serem atendidos. Clientes inadimplentes ou que dificultam a negociação estão sendo colocados em segundo plano. Não temos condições de atender todo mundo. Estamos no limite, disse José Luis Granero, diretor comercial. A empresa produz 5,5 mil pares/dia e possui 530 funcionários. Só no primeiro semestre deste ano, 180 novos foram contratados. Na Francal, a expectativa é fechar dois meses de produção.
Ciente da falta de formação da mão de obra disponível na cidade, a Mariner, que espera até o fim do ano aumentar ainda mais a sua atual produção de oito mil pares/dia, montou uma equipe interna para treinar os novos contratados que, apenas no primeiro semestre, somaram 300 pessoas. Para o diretor Paulo Coelho, a sazonalidade da indústria calçadista fez os trabalhadores sumirem em direção a outros setores da economia. A solução, segundo o empresário, é empregar os jovens sem experiência que buscam uma colocação no mercado de trabalho e treiná-los na própria fábrica. Esta é uma saída facilitadora. Com a ajuda do SENAI, é possível encontrar um caminho para não estacionar o crescimento da empresa. Até o fim do ano, 200 novos postos devem ser preenchidos.
A mesma estratégia será utilizada pela Francajel e pela Pipper. Ambas estão com planos de expansão principalmente para o último trimestre do ano, quando a produção atinge o ápice. Na Francajel, a expectativa é abrir até o final do ano 60 vagas para diversas áreas de produção. Nossa aposta é o jovem. Mesmo sem experiência, ele chega à fábrica com vontade de aprender, empolgado e com ideias para melhorias. Vale a pena treiná-lo, disse Túlio Hajel, diretor da Francajel. A empresa produz 2,8 mil pares/dia de calçados femininos e masculinos. Na Francal, a expectativa é garantir um crescimento de 15% na produção.

A Calçados Pipper também deve crescer. A previsão é contratar 80 funcionários para atuar no chão da fábrica, que deve fechar 2010 com uma produção de 2,8 mil pares/dia. Hoje ela produz dois mil pares/dia. A nossa maior dificuldade está na contratação de pessoas para fazer o pesponto. Mesmo contratando jovens é preciso tempo para treiná-los, mas não temos alternativas, disse Tiago Carrera, diretor de compras.

Para conquistar novos funcionários, quem não tem como arcar com os custos de um treinamento, investe em benefícios. É o caso da Abruzzo. A empresa conta com 25 funcionários e espera contratar mais cinco. Criamos um setor de assistência ao funcionário para que ele possa se sentir acolhido e queiro trabalhar conosco, disse Antônio Gonçalves, diretor.


Números


No primeiro semestre do ano, números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho apontaram a criação de 11.950 postos com carteira de trabalho registrada em Franca. O saldo colocou a cidade na 11ª posição do País em números absolutos de criação de empregos formais.
Indústrias de petróleo pagam melhor.



Industrias de Pretróleo pagam melhor?



Governo estadual aponta vencimentos até 285% acima dos praticados pela indústria de transformação.



Atividade com maior ritmo produtivo da indústria fluminense, a exploração e produção de petróleo também tem registrado níveis salariais bem acima dos pagos pela indústria de transformação para cargos operacionais. A especialização para atuar em alto-mar, com equipamentos específicos, abre perspectivas para salários pelo menos 30% superiores aos demais gêneros da indústria. Por conta do adicional de insalubridade e periculosidade (condições especiais de trabalho), a diferença nos salários pode chegar a 80%, de acordo com o mercado.
Já a Secretaria estadual de Trabalho mostra um fosso ainda maior entre as duas atividades: 285%. Estudo coordenado pelo Governo aponta média salarial de R$ 1.278,70 para a indústria extrativa mineral (como também é conhecida a produção petrolífera), contra R$ 453,14 da indústria de transformação.
'O nível de especialização exigido do profissional para a atividade petrolífera é o que torna a média salarial bem acima da paga aos demais setores industriais. Um operador de plataforma ganha até R$ 4 mil mensais, o que significa de 30% a 80% mais do que um operador de uma planta petroquímica', exemplifica Eduardo Rappel, diretor geral da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip).
O executivo destaca os salários pagos aos profissionais de nível técnico. 'Um controlador de robôs submarinos, que tem apenas o segundo grau, recebe salário inicial acima de R$ 2 mil'.
Os dados da Secretaria estadual de Trabalho refletem a tendência de concentração de salários acima da média. Dos trabalhadores admitidos para o setor de petróleo, 27,92% ganham entre 10 e 15 salários mínimos. Na indústria de transformação, apenas 1,83% dos empregados estão nessa faixa salarial. Na construção civil, o índice é de 1,24%. No comércio, é de 0,78%, enquanto no setor de serviços 2,86%, ganham entre 10 e 15 salários mínimos por mês.


Industrias Existentes



Indústria de produtos não duráveis - É aquela que produz produtos perecíveis
• Cosméticos
• Químicos/Farmoquímica
• Calçados
• Vestuários
• Farmacêutica
• Agrícola
• Mecânica
• Autopeças
• Automobilístico
• Têxtil
• Confecções/moda
• Elétrica e eletrônica
• Petrolífera
• Alimento/Bebida
• Café
• Hotel
• Cana de açúcar
• Produtos veterinários
• Saneantes e domissanitários
• Metalúrgica e siderúrgica
• Borrachas e plásticos
• Mobiliaria
• Hidrogênio
• Ferroviária


Imagem!!!!




terça-feira, 13 de julho de 2010

Tema 04- Desafio do Conhecimento

Diversidade de Cursos + Diversidade de Instituições de Ensino.

Comentario:
A diversidade de cursos + diversidades de instituições de ensino hoje, ja se tornou uma grande conquista, pois antigamente não existia tanta diversidade de cursos, como existe hoje. Hoje existem instituições de ensino que estão muito avançadas e que infelismente ainda na sua maioria são as particulares. Mas ai eu fico pensando como que os alunos que não tem essa oportunidade se viram no mercado de trabalho?Sabe-se que a realidade de hoje é muito dificil consiguir o primeiro emprego, começa-se pelas instituições que infelismente hoje em dia as escolas publicas ja se tornam diferentes pela qualidade do ensino, pois a muitos profissionais das escolas publicas que não se dedicam tanto quanto nas escolas particulares. E isto reflete diretamente no ensinodos alunos.
Suellen Caroline Camargo.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Tema 03 - desafio do conhecimento

Qual a importância de um curso superior para o mercado de trabalho?

Depoimentos de profissionais:

Silmara Regina Camargo Piasson
“É fundamental para se conseguir uma profissão, bom emprego e adquirir conhecimentos específicos de acordo com a profissão escolhida. "
Curso Superior: Pós Graduada em Pedagogia
Atuação: Professora de Educação Infantil.

Karen do Nascimento
“ É importante, pois sem meu curso superior não poderia ter minha farmácia "
Curso superior: Farmácia
Atuação: Farmacêutica

Ivete V. Zanferari.
“ Atualmente o mercado de trabalho está bem competitivo, pois para qualquer atividade que se desenvolva, o mínimo exigido é um curso superior. Mas, em muitos casos apenas uma faculdade já é suficiente. O que realmente o mercado de trabalho exige são competência, responsabilidade e comprometimento. Porque só título não quer dizer tanto e sim como o profissional desempenha seu trabalho no dia a dia. "
Curso Superior: Pós Graduada em Séries Iniciais.
Atuação: Gestora Educacional.

Qual a importância da Informática para os
profissionais do curso superior?
Os professores podem usar meios de comunicação:
Se um evento ou uma data importante estão para acontecerem, os professores podem preparar aulas com meses de antecedência sobre o tema. E sugerir atividades envolvendo os alunos na transmissão desse conhecimento adquirido: jornais, boletins de rádio e até programas de TV. Principalmente o computador.
Essas novas tecnologias auxiliam os professores, mas eles precisam fazer parte do processo de inclusão digital. Muitos jovens sabem mexer em computadores, mas não têm maturidade para, sozinhos, utilizarem as máquinas como ferramenta de aprendizagem & quota;, referindo-se ao papel do professor frente ao desenvolvimento cada vez maior dos recursos tecnológicos.
A informática na educação
A tecnologia não resolve, mas colabora na aprendizagem. Os professores precisam se apropriar das tecnologias, seja a internet, o rádio, a TV, para aprender a criar conhecimento junto com seus alunos a tecnologia não resolve os problemas da educação, mas é um importante complemento para o dia-a-dia de alunos e professores. Afinal, são inúmeras as possibilidades que a tecnologia oferece para quem ensina e aprende. Capacitação de professores Os professores precisam dominar a informática A inclusão digital dos professores brasileiros ainda está longe da ideal. Faltam, ainda, recursos, acesso e tempo para capacitação. Mas há quem já domine bem as ferramentas da informática e da comunicação em rede e, com isso, seja capaz de trazer para os alunos o que de melhor a tecnologia oferece: a possibilidade de encontrar e relacionar informação sobre os mais variados temas, levando tudo isso para dentro da sala de aula. O educador precisa tirar proveito das tecnologias, para acompanhar de perto o que seus alunos produzem e o que pensam sobre o mundo. Mais do que aprender a construir um blog ou usar as tecnologias, é importante conduzir os alunos nesse mar de novidades e de interatividade, sem perder o foco. Planejamento é fundamental. O professor tem que estar seguro dos objetivos de seu projeto de ensino para que isso também esteja muito claro aos alunos e para que ninguém se perca na grande teia que é a internet. O importante é estimular a produção de conhecimento pelos próprios alunos, o maior orgulho das crianças é mostrar que estão inseridos nesse meio. Os riscos da internet, não são diferentes dos que se enfrentam na rua. O perigo da criança e do jovem de envolver-se com grupos que estimulem o racismo ou a pedofilia também podem estar no shopping, a internet é aberta e, assim como tem muita coisa boa, há muita informação, errada. O educador filtra o que é certo e errado e enriquece o conteúdo do aluno.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Tema 02 - Desafio do Conhecimento

CURSO TÉCNICO: EMPREGO GARANTIDO

Depoimento:

Donizete Meireles
Função: Professora Titular da Disciplina de Língua portuguesa – Graduada em Letras

Curso Técnico: Magistério
Atuação: E.M.E.F. Professor Eurico Pinz

Assunto: Seu ponto de vista em relação formação técnica, a mesma significa garantia de emprego, sua utilização na carreira profissional

“Penso que a formação técnica no meu caso Magistério foi muito importante, pois a partir desse curso, já tive uma experiência profissional, pois o mesmo contou com o valioso estágio de curso. Paralelo ao curso iniciei minha carreira profissional na área da educação.

Com relação ao curso técnico: garantia de emprego, observo que atualmente a realidade está sendo outra, uma vez que somente o curso técnico não mais dá garantia de emprego. Percebe-se que faz parte do perfil e do currículo profissional de hoje a formação continuada.

O curso técnico em Magistério ainda hoje parte do meu aprendizado utilizo na minha prática pedagógica, no meu cotidiano e no desempenho de minhas atividades profissionais e na minha formação continuada. O mercado de trabalho independente da área de atuação está cada vez mais exigente no quesito qualificação, a competitividade está indo além da experiência profissional, evidenciando alguns aspectos importantes do ser humano, que é a capacitação bem como o desenvolvimento das competências e habilidades.” Afirma a Professora Donizete Meireles.


terça-feira, 22 de junho de 2010

Tema 01 - Desafio do Conhecimento


MERCADO DE TRABALHO X OPORTUNIDADE DE EMPREGO

"Pesquisa do Instituto de Psicologia constata que recém-formados não se preparam adequadamente para o mercado de trabalho. Falta de atualização e visão “especialista” da carreira são alguns dos problemas detectados."
(http://www.usp.br/agen/agweb.html)
O mercado de trabalho foi um dos últimos a se recuperar da crise, mas o medo de perder o emprego já é passado para os brasileiros. Empresas, comércio e serviços não só voltaram a contratar, como falta trabalhadores com qualificação suficiente para preencher vagas. “O mercado é o canto da sereia para os jovens, que vão trabalhar sem qualificação suficiente.” Fonte: ESTADÃO



VALORIZE SUA ESPECIALIDADE...
Dizem que não se cobra pelo que se faz, mas pelo que se sabe!
Um especialista foi chamado para solucionar um problema com um computador de grande porte e altamente complexo... Um computador que vale 12 milhões de reais.
Sentado em frente ao monitor, pressionou algumas teclas, balançou a cabeça, murmurou algo para si mesmo e desligou o computador.
Tirou uma chave de fenda de seu bolso e deu volta e meia em um minúsculo parafuso.
Então ligou o computador e verificou que tudo estava funcionando
perfeitamente.
O presidente da empresa se mostrou surpreendido e ofereceu pagar a conta no mesmo instante.
- Quanto lhe devo? -perguntou.
- São mil reais, por favor.
- Mil reais? Mil reais por alguns minutos de trabalho? Mil reais por apertar um parafuso? Eu sei que meu computador vale 12 milhões de reais, mas mil reais é um valor absurdo!
Pagarei somente se receber uma nota fiscal com todos os detalhes que justifique tal valor.
O especialista balançou a cabeça e saiu.
Na manhã seguinte, o presidente recebeu a nota fiscal, leu com cuidado, balançou a cabeça e saiu para pagá-la no mesmo instante sem reclamar.
A nota fiscal dizia:
Serviços prestados:
Apertar um parafuso..................1 real.
Saber qual parafuso apertar..........999 reais.
VALORIZE SUA ESPECIALIDADE!!!